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| Histórico |
Em abril de 2002, foi criado em Recife-PE o selo musical independente Fábrica.
Com a idéia de expandir as fronteiras da música local, o Fábrica dispõe da estrutura técnica do Fábrica Estúdios na produção de áudio e de parcerias na área de vídeo e design, investindo na qualidade final dos seus projetos como diferencial no mercado.
O selo tem como meta viabilizar parcerias para ampliar os horizontes de cada projeto individualmente.
O primeiro projeto do Fábrica foi o CD “Minha Lôa” do artista Naná Vasconcelos.
Lançado em agosto de 2002, o CD foi distribuido nacionalmente em bancas de revistas e é o CD mais vendido do artista no Brasil.
Em 2004, o Fábrica atuou em dois novos projetos: o CD “Mauritsstadt Dub” produzido em parceria com o selo Candeeiro Records e o CD de estréia da banda Suvaca diPrata intitulado “Corega Check” que foi lançado em abril de 2004 e gerou ótimos comentários na imprensa nacional.
Com a grande revolução da tecnologia e do mercado fonográfico, nosso maior desafio é estarmos atualizados com os novos meios de produção e comercialização, sempre agregando parceiros para a viabilização de projetos de potencial à nível global.
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Corega Check - Suvaca diPrata |
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Em 2001, a Suvaca diPrata gravou o seu primeiro single autoral "A Coisa Não Tá Fácil". Entre março e setembro de 2003, Igor Gazatti (voz), Rodrigo Coelho (baixo, voz e efeitos), Gilberto Bezerra (guitarra), João de Souza Leão (guitarra e voz), Fernando Almeida (teclado e voz) e Joaquim Leão (bateria e voz) se afastaram dos palcos para produzir o primeiro trabalho da banda, Corega Check. Produzido e mixado por Pablo Lopes, considerado o sétimo integrante do grupo, o disco foi lançado em abril de 2004 e contou com a participação dos músicos César Michiles (flauta) e Lucas dos Prazeres (percussão). A bolacha traz muitas influências da música black. Além dos balanços – com sabor de Jorge Ben, Tim Maia, Sly and The Family Stone e James Brown – há também marcas de blues, sambinhas experimentais e os funkões mais pesados.
Corega Check foi bem recebido pela crítica especializada de todo o Brasil. As faixas 12 Polegadas e Dia D tocaram bastante nas rádios da capital pernambucana. O clipe de Dia D foi premiado com uma versão em película (35mm) no concurso Frame A Frame (realizado pela Cinemark e Associação Brasileira de Documentaristas ABD-SP), entrou na grade de programação 2004 da MTV e Multishow e foi exibido no Anima Mundi 2005. No atual momento, a banda está na fase de pré-produção do segundo disco. |
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Coletânea - Mauritsstadt Dub vol I |
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O projeto Mauritsstadt Dub foi criado pelo selo pernambucano Candeeiro Records em parceria com o selo Fábrica no intuito de promover uma hibridização cultural entre ritmos genuinamente pernambucanos com ritmos universais. “Exemplo polpudo de dub-fora-do-reggae, Mauritsstadt traz toda a chapação jamaicana pra realidade de alguns dos mais importantes pilares da música de raiz pernambucana”. (palavras de Rodrigo Brandão, que representa o Mamelo Sound System e a Zulu Nation Brasil). Além do registro de ritmos como ciranda, coco de roda, maracatu, forró e cavalo marinho, a vontade era fazer um trabalho que exaltasse alguns artistas populares.
O CD tem formato duplo. No primeiro disco estão Lia de Itamaracá, Naná Vasconcelos, Mestre Salustiano, Caju e Castanha, Banda de Pífanos Dois Irmãos, entre outros. O segundo disco é a versão Dub do primeiro e conta com artistas internacionais como Arto Lindsay e Scott Hard, e nacionais como Apollo 9, DJ Dolores, Pupillo e Jorge Du Peixe (Nação Zumbi) e Fred 04 (Mundo Livre S/A). |
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Naná Vasconcelos |
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Minha Lôa (2002) é uma nova fase, uma nova abordagem e mais uma faceta deste incrível percussionista e de sua musicalidade. É o título mais vendido de sua carreira no Brasil. “O ambiente do Fábrica Estúdios colaborou e muito para que Naná fizesse um trabalho fiel à sua música” (palavras de Filipe Quintans em crítica no site www.cliquemusic.com.br). É um disco de canções, leve e alegre, que apresenta uma singular mistura de ritmos e estilos musicais, tendo o paralelo entre a eletrônica e o orgânico como uma das suas características marcantes. Naná Vasconcelos é um dos grandes gênios atuais da percussão. Já tocou para diversas platéias em quase todo o planeta e gravou com nomes que vão de B.B. King a Talking Heads, passando por Don Cherry, Laurie Anderson, Gato Barbieri, Pat Metheny, Mutantes, Milton Nascimento e Egberto Gismonti. No momento, Naná está divulgando o seu mais novo cd, Chegada, também gravado no Fábrica Estúdios. |
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